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EADI-Bauru traz atividade alfandegária para o interior

Descentralização da atividade alfandegária e facilidade para os usuários do comércio exterior é o que proporciona a EADI-Bauru. Trata-se de um terminal alfandegado de uso público (zona secundária), local onde as mercadorias provenientes ou destinadas ao exterior podem ser nacionalizadas ou desnacionalizadas, dependendo do processo de importação ou exportação a que se referem.

Em operação desde 1º de setembro de 1999, a EADI-Bauru foi planejada e construída pela Companhia Paulista de Armazéns Gerais Aduaneiros Exportação e Importação S/A (Cipagem), com a finalidade específica no desenvolvimento da atividade alfandegária.

Através do Ato Declaratório nº 59, de 18 de agosto de 1 999, a EADI-Bauru teve sua permissão homologada pela Secretaria da Receita Federal.

Instalações

A EADI BAURU foi planejada e construida com a finalidade especifica no desenvolvimento da atividade alfandegária

Possuindo uma área alfandegada de  72.600 m2 sendo que desse total tem 4.157,55 m2 de área construída. São 3.200 m2 destinados à armazenagem e inspeção, 400 m2 destinados ao setor administrativo e a fiscalização da Receita Federal. E as demais áreas comportam as instalações de apoio: escritórios para os técnicos dos Serviços de Inspeção Federal (animal, vegetal e saúde), refeitório, sanitários, cantina para motoristas, balança, almoxarifado, entre outros.

Possui mais de15.000 m2 de pátio pavimentado e com desvio ferroviário particular  interligando a ferrovia Novoeste S/A cuja utilização comenta-se no item logística.